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Cartas à Casa de PÓ

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  -"Perdi-me em nuvens. Subi, subi e fui subindo sem saber onde chegar, fui pulando de um lado pro outro como uma criança no parque em busca de um ar e do seu olhar. As nuvens foram se desfazendo como um algodão doce no céu da minha boca, então caí da montanha mais alta e você me segurou. Te olhei com os meus profundos olhos e te alimentei com os mais íntimos beijos." “Cartas à casa de PÓ” tem como partida o estudo da personalidade de cada intérprete, trazendo as personagens presentes na peça de teatro “A casa de Bernarda Alba”, indagando a figura feminina no seu estado mais resistente e mais delicado. O espetáculo mostra de uma forma sensível esse lugar de sentir-se pertencente a algo ou alguém. O espetáculo busca esse pertencer, essa dependência e fazer parte de algo pra existir. Utilizamos essa metáfora para que possamos dizer que tudo esta abarcado nessa pequena atmosfera, seja ela intrínseca ou extrínseca, refere-se ao antigo e ao que se foi. São relatos e rememoração de quem sou e de quem eu era.

 

 

Ficha Tecnica Núcleo Artístico Direção e Concepção: Rivaldo Ferreira.

 

Intérpretes - Criadores: Cintia Rocha, Catarina Stevanato, Giovana Santos, Júlia Lima, Jeniffer Mendes, Rivaldo Ferreira e Thainá Souza.

Cenário: Rivaldo Ferreira e Victor Almeida.

Iluminação: Piu Dominó.

Edição de Trilha: Rivaldo Ferreira.

Fotos e vídeos: Rafi Sousa.

Designer Gráfico: Victor Almeida.

Figurino: Ana Lucia e Elenco.

Produção: Dentre Nós e Guilherme Moreira.

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Interlocuções – P   O   É   T   I   C   A   S

 

Do outro lado da folha encontrei

Encontrei a falta e o abraço acolhedor

De um lado da folha

Aquele sentir me machuca e rompe o meu coração como só a saudade consegue fazer

Do outro lado, você estava comigo

Existe algo de presente

È linda a comunhão das mulheres. O sentir feminino. Toque feminino. Olhar feminino. Amor feminino. A Troca feminina. Inspiração feminina. Sofrimento feminino. Cuidado feminino. Saudade feminina. Encontro com o feminino. Obra artista universal sobre o feminino

 

Gratidão e o que sempre fica.

 

A Obra surge partindo do desejo de conversar com novas artistas da dança, a vontade de com seus corpos expressar sensações, emoções e aflições vivenciadas pelas próprias interpretes criadoras. O Coreografo e Diretor convida 10 meninas para poder consigo participar de um procedimento, um desdobramento da obra “Cartas à casa de PÓ” criada no ano de 2016 e contemplada pelo programa VAI, que discute na cena contemporânea, as relações o afeto, a falta, e sua angustias, partindo da pesquisa do corpo feminino e sua inquietações. Interlocuções poéticas, busca dentro do corpo a voz a expressão e vontade de gritar, de partir e por fim abandonar, em cena 12 mulheres com seus corpos, buscando em meio de tanto caus a tranqüilidade de uma estado, que se vai e se perde pelo caminho de folhas amassadas e impostas pela sociedade, que escreve em meu corpo, minhas palavras não dita por mim. 

Núcleo Artístico

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Direção e Concepção: Rivaldo Ferreira.

Intérpretes - Criadores: Cintia Rocha, Giovana Santos, Júlia Lima, Jeniffer Mendes, Thainá Souza, Marcela Pizone, Mariana Pizone, Larissa Moraes, Thamires Marinho, Rafaela Alencar, Lilian Martins, Rafi Sousa, Cris Rother, Karina Pinedo, Karen Vanessa, Yohana Soares e Adriele Gehring  

© 2017 por GUILHERME MOREIRA.

Histórico

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O grupo tem 6 obras sendo elas: Carta à casa de PÓ por Rivaldo Ferreira, Interlocuções P O É T I C A S por Rivaldo Ferreira, Just Fall por Bruno Gregório, 52Hentz por Victor Almeida, ............... por Danielle Rodrigeus e Curto Prazo ou O Lado Vazio do Sofá por Rivaldo Ferreira. A Dentre Nós Cia de Dança foi contemplado pelo Programa VAI I em 2016 com criação do espetáculo e realização de um videodança, e em 2017 com pesquisa de novo espetáculo, circulação e criação de novas obras com coreógrafos convidados.  A pesquisa do grupo perpassa por caminhos que vem sendo trilhando ao longo dessa trajetória e existência, que busca as diversas maneiras de alterações no ser humano e suas interferências ao longo de sua jornada, dialogando com a dança contemporânea o grupo encontrou e percebeu em suas pesquisas que o sofrimento precisa ser vivido, e um grande rompimento da alma e isso foi um dos norte que nos fez perceber o caminho que queremos trilhar, o coletivo se caracteriza em cena com apenas mulheres, que vem dialogar com o lado sensível, fértil e intuitivo que ser feminino tem, e valorizar e perceber a potencia desses corpos no mundo, na dança e estética da alma de cada interprete. A Cia existe desde 2013 partindo de vontades de produzir com seus corpos no espaço, no inicio o pensamento ainda estava em processo, tudo ainda sem foco. A partir de 2014 começamos a trilhar caminhos que nós levávamos a norte de questionamentos. Quem Somos? O que sentimos? Qual a importância da vida? O que nós afeta? O que nos Move? Etc... Foram alguns desses questionamentos que nos fizeram refletir e pensar na dança que estamos construindo. O grupo em 2016 pode participar de alguns eventos como: XV Mostra do Fomento a Dança – Mostra de Repertorio Coreográfico da Cia Diversidança – Troca em Cena do Corpo Molde – Minutas_15 do Coletivo Calcâneo e em 2017 participou do Dança nas Bordas da Cia Diversidança contemplados pelo PROAC festival, Evento Religart, Mostra Cultural Jardim Jaqueline, Fuzuê, Faculdade Singulares e II edição do Dança nas Bordas contemplado pelo Fomento a Dança.

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